Greve. Com certeza essa foi a palavra mais pronunciada ontem pela população natalense. Mesmo os que não precisam com constância de serviços prestados por algumas categorias estaduais que já estão com atividades paralisadas (como professores, polícia civil, Detran e Tributação), ontem sofreram algum transtorno com o início da greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Natal. E mesmo quem não precisa de transporte público, teve que ter paciência com a lentidão do trânsito, que recebeu bem mais veículos que em dias normais.
Adriano Abreu
Ontem, os poucos ônibus circulavam totalmente lotados na capital
E não houve quem não tenha pensado por alguns instantes: “eles (grevistas e patrões/Estado) brigam e eu (população) sou atingida!”
O pior é saber que hoje começa tudo novamente. Os ônibus continuam parados; não há professores nas escolas estaduais; os policiais civis estão de braços cruzados; a exemplo dos funcionários do Detran e dos técnicos da Secretária de Tributação. São centenas de trabalhadores e servidores parados e um motivo em comum: desvalorização.
Na situação na qual se encontra o Rio Grande do Norte neste momento não se pode afirmar qual é o mais ou menos importante serviço que deveria ser retomado com urgência.
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